"DENTRO DOS TEUS VERSOS ENCONTREI REFLEXOS, PEDAÇOS DE MIM" Rosana Souza.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
JACATIRÃO DA SERRA
Alma da manhã alvorecida
Névoa fina, molhada e cintilante
Sobre os montes espreguiçados e ondulantes
No céu, a lua cestrosa ainda adormecida.
É o outono trazendo brumas e o vento gelado
Deixando transparecer através da cortina
O resplandecer do sol que chega e ilumina
Dissipando os fragmentos de um passado.
Fecho meus olhos sonolentos e amanhecidos
E vejo a luz saboreando em aromas os verdes montes
Trazendo a esperança na paz fincada no horizonte
De lembranças que jamais serão esquecidas.
O cheiro suave e rosado do jacatirão em flor
Estampado sob a mescla verde à rosácea serra
Princesa multicor alma da minha terra
Flor singela, degradê e delicada
Fazem folia em regorjeio a passarada
Em aplausos à declaração de amor do beija flor
RosanAzul
Joinville, 19 de maio de 2008
Névoa fina, molhada e cintilante
Sobre os montes espreguiçados e ondulantes
No céu, a lua cestrosa ainda adormecida.
É o outono trazendo brumas e o vento gelado
Deixando transparecer através da cortina
O resplandecer do sol que chega e ilumina
Dissipando os fragmentos de um passado.
Fecho meus olhos sonolentos e amanhecidos
E vejo a luz saboreando em aromas os verdes montes
Trazendo a esperança na paz fincada no horizonte
De lembranças que jamais serão esquecidas.
O cheiro suave e rosado do jacatirão em flor
Estampado sob a mescla verde à rosácea serra
Princesa multicor alma da minha terra
Flor singela, degradê e delicada
Fazem folia em regorjeio a passarada
Em aplausos à declaração de amor do beija flor
RosanAzul
Joinville, 19 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
CAVALINHO ALADO
Upa, Upa cavalinho,
Pareces estar voando,
Meu cavalinho alado
Quero ir te acompanhando.
Upa, Upa, cavalinho,
Que corres tão veloz
Não tens sela nem ensilha,
A liberdade é tua voz!
Upa, Upa cavalinho,
Te di não me disvencilho
Tua crina é fina e brilhante
Teu lindo pelo é rosilho
Upa, Upa, cavalinho
Meu cavalinho alado
Me leva junto contigo,
À andar estou cansado.
Joinville, 22 de maio de 2008
Um beijo Alado da
Ros'azul encantada!
Pareces estar voando,
Meu cavalinho alado
Quero ir te acompanhando.
Upa, Upa, cavalinho,
Que corres tão veloz
Não tens sela nem ensilha,
A liberdade é tua voz!
Upa, Upa cavalinho,
Te di não me disvencilho
Tua crina é fina e brilhante
Teu lindo pelo é rosilho
Upa, Upa, cavalinho
Meu cavalinho alado
Me leva junto contigo,
À andar estou cansado.
Joinville, 22 de maio de 2008
Um beijo Alado da
Ros'azul encantada!
PINKY LINK JÚ
PINKY LINK JÚ
RosanAzul
Para: Minha sobrinha Júlia!
Pinky link Jú
Não fui eu,
Foi a Jú!
Onde está aquele anél
Desenhado lá no céu?
Onde está a estrelinha
Que ela desenhou,
Está tão apagadinha
Foi a chuva que molhou.
Pinky link Jú
Onde está?
Alguém viu?
Onde está linda menina
Com seu vestidinho rosa,
Ela sempre nos ensina
Uma canção formosa.
Cabelinhos cacheados
É um anjo de ternura
São leves cachos doirados
Numa face de candura.
Pinky link Jú
Não foi eu
Não foi tu,
Eu vi caramuru
Apagando a pintura
Desenhada em noite escura,
Que foi feita pela Jú.
Pinky link Jú
Apagou-se o que era doce
O desenho era da Júlia
Quem não viu arregalou-se
Agora é só fulia
Pinky link Jú
Alegria & cia,
É com a pinky Jú!
Clik: Pinky Link Jú!!!
Joiville, 23 de maio de 2008
Um beijo Pinky Jú da
Ros’azul Encantada!
RosanAzul
RosanAzul
Para: Minha sobrinha Júlia!
Pinky link Jú
Não fui eu,
Foi a Jú!
Onde está aquele anél
Desenhado lá no céu?
Onde está a estrelinha
Que ela desenhou,
Está tão apagadinha
Foi a chuva que molhou.
Pinky link Jú
Onde está?
Alguém viu?
Onde está linda menina
Com seu vestidinho rosa,
Ela sempre nos ensina
Uma canção formosa.
Cabelinhos cacheados
É um anjo de ternura
São leves cachos doirados
Numa face de candura.
Pinky link Jú
Não foi eu
Não foi tu,
Eu vi caramuru
Apagando a pintura
Desenhada em noite escura,
Que foi feita pela Jú.
Pinky link Jú
Apagou-se o que era doce
O desenho era da Júlia
Quem não viu arregalou-se
Agora é só fulia
Pinky link Jú
Alegria & cia,
É com a pinky Jú!
Clik: Pinky Link Jú!!!
Joiville, 23 de maio de 2008
Um beijo Pinky Jú da
Ros’azul Encantada!
RosanAzul
quinta-feira, 22 de maio de 2008
RÉSTIA DO TEMPO
RÉSTIA DO TEMPO
RosanAzul
Um gemido seco e melancólico te anuncia,
Junto à póvoa encortinada e arenosa.
Ao ranger doído, a estrada silencia.
E vai seguindo no lamento da roda chorosa.
Emparelhados animais robustos a tua frente,
Fazem força atrelados a ríspida e rústica canga
Em mugidos sonoros lançados ao vento eloqüente
A pesada carga sonoriza a ímpia zanga
É o carro de boi, sofrido caminheiro,
A carregar sua carga na lida o ano inteiro
Nos estradões esquecidos desse imenso Brasil.
À frente em passos lentos, o solitário carreiro.
Conduzindo seu carro em gemido sorrateiro.
Cangado ao carro companheiro, em brado varonil.
Joinville, 20 de maio de 2008.
RosanAzul
Um gemido seco e melancólico te anuncia,
Junto à póvoa encortinada e arenosa.
Ao ranger doído, a estrada silencia.
E vai seguindo no lamento da roda chorosa.
Emparelhados animais robustos a tua frente,
Fazem força atrelados a ríspida e rústica canga
Em mugidos sonoros lançados ao vento eloqüente
A pesada carga sonoriza a ímpia zanga
É o carro de boi, sofrido caminheiro,
A carregar sua carga na lida o ano inteiro
Nos estradões esquecidos desse imenso Brasil.
À frente em passos lentos, o solitário carreiro.
Conduzindo seu carro em gemido sorrateiro.
Cangado ao carro companheiro, em brado varonil.
Joinville, 20 de maio de 2008.
ROSA DO DESERTO
Sou a Rosa vislumbrante e solitária do deserto.
Vivendo atônita nesse mundo inquieto,
Dentro das verdades e certezas do incerto,
Se é que há alguém que saiba o que é certo.
Livres como eu são os versos que escrevo.
Porque não vejo motivos para prende-los,
Pois que dá-los um só destino não me atrevo
Necessita cada alma colocar-se dentro ao lê-los.
O amor corre livre no “sangue azul” de minhas veias
Os sentidos de tanto sentir tecem as teias,
Que em letras fagulhantes deposito em poema.
Leve é a pena que em minha mão faz adejo.
Não sei se é eu ou ela que escreve, não vejo.
Sou a Rosa do deserto e ela meu emblema
Joinville, 20 de maio de 2008.
Vivendo atônita nesse mundo inquieto,
Dentro das verdades e certezas do incerto,
Se é que há alguém que saiba o que é certo.
Livres como eu são os versos que escrevo.
Porque não vejo motivos para prende-los,
Pois que dá-los um só destino não me atrevo
Necessita cada alma colocar-se dentro ao lê-los.
O amor corre livre no “sangue azul” de minhas veias
Os sentidos de tanto sentir tecem as teias,
Que em letras fagulhantes deposito em poema.
Leve é a pena que em minha mão faz adejo.
Não sei se é eu ou ela que escreve, não vejo.
Sou a Rosa do deserto e ela meu emblema
Joinville, 20 de maio de 2008.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
SEUS OLHOS
•
Seus olhos, tão belos, tão puros,
Neles posso ver o futuro
Olhos vivos que chegam a luzir
Não fixe os olhos em mim, pois meu.
Coração eles irão ferir;
Seus olhos, tão belos, tão puros,
Nítidos e cristalinos
Têm meiga expressão,
Da mais doce ilusão
Mais doce que a brisa,
A doçura de uma canção
Quebrando a solidão,
Seus olhos, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
Inquietos, tresloucados;
Causando tormento,
Com beijos nos concede
A beleza de um momento,
Seus olhos tão, tão belos, tão puros,
Assim é que são;
Às vezes, serenos, tranqüilos,
Às vezes vulcão!
Seus olhos, tão belos, tão puros...
Colaboração do Poeta: Jadson San
Seus olhos, tão belos, tão puros,
Neles posso ver o futuro
Olhos vivos que chegam a luzir
Não fixe os olhos em mim, pois meu.
Coração eles irão ferir;
Seus olhos, tão belos, tão puros,
Nítidos e cristalinos
Têm meiga expressão,
Da mais doce ilusão
Mais doce que a brisa,
A doçura de uma canção
Quebrando a solidão,
Seus olhos, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
Inquietos, tresloucados;
Causando tormento,
Com beijos nos concede
A beleza de um momento,
Seus olhos tão, tão belos, tão puros,
Assim é que são;
Às vezes, serenos, tranqüilos,
Às vezes vulcão!
Seus olhos, tão belos, tão puros...
Colaboração do Poeta: Jadson San
INSPIRAÇÃO II
INSPIRAÇÃO II
RosanAzul
A sensibilidade baila
Em inspiração,
No tom dado pelo Poeta.
Imaginação,
Minha vã companheira...
Até quando?
Seria o Poeta apenas um sonho?
Dormitam meus anseios,
Todos,
Nas letras que gotejam
Em carícias no papel.
Lamento,
Querendo tão somente
Ser a Rosa do teu tempo...
19 de maio de 2008
RosanAzul
A sensibilidade baila
Em inspiração,
No tom dado pelo Poeta.
Imaginação,
Minha vã companheira...
Até quando?
Seria o Poeta apenas um sonho?
Dormitam meus anseios,
Todos,
Nas letras que gotejam
Em carícias no papel.
Lamento,
Querendo tão somente
Ser a Rosa do teu tempo...
19 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
SONETO DE AMOR
Trazes aragens brandas, frescos dias
O fogo que minha alma tanto quer
E são calores de amor, são poesias
Que para se igualar não há qualquer
Trazes a mim o desvendar segredos
Palavras nascem na imaginação
E são quadros de amor, tantos enredos
Que para ti vai pintando o coração
Trazes ao meu sonho realidades
Que por um teu sabor são mil saudades
Do calor de teu corpo belo, quente
Quando eu a dormir, ou acordado
Sinto vida negra, meu céu gelado
Por o teu calor não estar presente
HerLânder Lobão
Lander Lobão
O fogo que minha alma tanto quer
E são calores de amor, são poesias
Que para se igualar não há qualquer
Trazes a mim o desvendar segredos
Palavras nascem na imaginação
E são quadros de amor, tantos enredos
Que para ti vai pintando o coração
Trazes ao meu sonho realidades
Que por um teu sabor são mil saudades
Do calor de teu corpo belo, quente
Quando eu a dormir, ou acordado
Sinto vida negra, meu céu gelado
Por o teu calor não estar presente
HerLânder Lobão
Lander Lobão
A LINDA PRINCESA JADE
Em uma florida cidade,
De fadas, princesas e flores,
Nasce Jade!
A menina das cores.
Cresceu como toda criança
Tem que crescer um dia,
Embalada na esperança
Sonhando noite e dia.
Ela queria estudar, mudar de vida,
Pois nasceu num cantinho pobre.
Era forte corajosa e decidida,
Queria trabalhar e ter riqueza
Sonhava em se tornar princesa,
Mas ela não conhecia
O tal do mundo encantado,
De contos de fadas e magia
Que é o mundo sonhado.
Ao saber da novidade
Uma lágrima rolou no rosto
Desconhecia a real verdade
Seu coração encheu-se de desgosto.
A professora Ana muito esperta,
Notou-lhe logo o embargo
Com jeito de acabou-se a festa...
E seu sonho se tornou amargo.
- Não chores menina, a vida é boa!
Tens brilho de estrela e és linda como a lua
Não precisas de coroa
Pois já és uma princesa de candura!
És a minha Linda Princesa Jade!
RosanAzul
De fadas, princesas e flores,
Nasce Jade!
A menina das cores.
Cresceu como toda criança
Tem que crescer um dia,
Embalada na esperança
Sonhando noite e dia.
Ela queria estudar, mudar de vida,
Pois nasceu num cantinho pobre.
Era forte corajosa e decidida,
Queria trabalhar e ter riqueza
Sonhava em se tornar princesa,
Mas ela não conhecia
O tal do mundo encantado,
De contos de fadas e magia
Que é o mundo sonhado.
Ao saber da novidade
Uma lágrima rolou no rosto
Desconhecia a real verdade
Seu coração encheu-se de desgosto.
A professora Ana muito esperta,
Notou-lhe logo o embargo
Com jeito de acabou-se a festa...
E seu sonho se tornou amargo.
- Não chores menina, a vida é boa!
Tens brilho de estrela e és linda como a lua
Não precisas de coroa
Pois já és uma princesa de candura!
És a minha Linda Princesa Jade!
RosanAzul
ENCONTRO MARCADO
Num dia vestido de azul
Dentro da saudade desmedida
Vou despertar ao teu encontro
Em brancas nuvens alvorecidas
Nos campos ainda verdes,
Flores adormecidas
Outono a cirandar
Passaredo cantando em festa
O sabiá faz a seresta
Para o grande dia chegar.
Um dia santo de guarda
Aproveita veste a tua farda
[de amor]
Esteja a me esperar.
Ao cair da tarde
Na hora da Ave-Maria
Em lusco-fusco
Eu vou a chegar;
Pois há muito tempo eu te busco
No brilho de um farol do tempo.
Quando meu barco encalhou nessa laguna
Eu fiquei nos braços do mar abraçada
No teu porto ancorada
Somente a espera
Da hora oportuna.
E agora é o momento
Desse sonho desaguar
Do rio correr pro mar
Tirar o amor do dique
Deixar o orgulho de lado
Nada há que justifique
Esse amor ser abortado.
Então fique a minha espera
Eu estarei descalça na areia
Fininha e branquinha da praia
Passa a passo ao teu encontro
Guiada pelo azul dos meus sentidos
[loucos]
De ti já conhecidos
Com meu olhar atento de coruja
E já te aviso
Não fuja
Eu já chorei demais
Deixa eu me atracar no teu cais
Nas tuas ânsias loucas
Que são poucas
Mas que preenchem os meus ais...
Vamos comemorar o nosso encontro
Sob a luz da lua cheia
Quero ver o teu sorriso estampado
Quando eu desenhar um coração na areia
E espelhar nos teus olhos de alegria
Em puro brilho
Sentir a ternura do momento
Dar um basta ao sofrimento.
Não te olvides dos detalhes
Aqueles tão pequenos
Não podem ser esquecidos
Use aquela calça desbotada
A poesia a ser declamada
Ao dedilhado do violão sereno
E assim ficaremos
Até que o sol tenha amenheça
Ah, antes que eu esqueça
Agora o principal:
Leva duas taças e champagne
Lembras do brinde azul
Eu vou levar cerejas
E no mais
Seja lá o que Deus do Azul quiser
E que ninguém nos veja....
E que assim seja!
RosanAzul
Dentro da saudade desmedida
Vou despertar ao teu encontro
Em brancas nuvens alvorecidas
Nos campos ainda verdes,
Flores adormecidas
Outono a cirandar
Passaredo cantando em festa
O sabiá faz a seresta
Para o grande dia chegar.
Um dia santo de guarda
Aproveita veste a tua farda
[de amor]
Esteja a me esperar.
Ao cair da tarde
Na hora da Ave-Maria
Em lusco-fusco
Eu vou a chegar;
Pois há muito tempo eu te busco
No brilho de um farol do tempo.
Quando meu barco encalhou nessa laguna
Eu fiquei nos braços do mar abraçada
No teu porto ancorada
Somente a espera
Da hora oportuna.
E agora é o momento
Desse sonho desaguar
Do rio correr pro mar
Tirar o amor do dique
Deixar o orgulho de lado
Nada há que justifique
Esse amor ser abortado.
Então fique a minha espera
Eu estarei descalça na areia
Fininha e branquinha da praia
Passa a passo ao teu encontro
Guiada pelo azul dos meus sentidos
[loucos]
De ti já conhecidos
Com meu olhar atento de coruja
E já te aviso
Não fuja
Eu já chorei demais
Deixa eu me atracar no teu cais
Nas tuas ânsias loucas
Que são poucas
Mas que preenchem os meus ais...
Vamos comemorar o nosso encontro
Sob a luz da lua cheia
Quero ver o teu sorriso estampado
Quando eu desenhar um coração na areia
E espelhar nos teus olhos de alegria
Em puro brilho
Sentir a ternura do momento
Dar um basta ao sofrimento.
Não te olvides dos detalhes
Aqueles tão pequenos
Não podem ser esquecidos
Use aquela calça desbotada
A poesia a ser declamada
Ao dedilhado do violão sereno
E assim ficaremos
Até que o sol tenha amenheça
Ah, antes que eu esqueça
Agora o principal:
Leva duas taças e champagne
Lembras do brinde azul
Eu vou levar cerejas
E no mais
Seja lá o que Deus do Azul quiser
E que ninguém nos veja....
E que assim seja!
RosanAzul
quarta-feira, 14 de maio de 2008
IMPOSSÍVEL - VIVEM SEM TÍ - DUETO -
IMPOSSÍVEL - VIVER SEM TÍ
Hugo Leal e RosanAzul
14 de maio de 2008
Agradecimento especial:
Pelo presente da amizade e parceria!
impossível é esquecer tua ternura... H
Meu doce anjo de candura R
impossível é não lembrar a paz que dás...
Paz que rejubila meu ser onde andarás?...
impossível é não ter no meu destino
Asas voejantes de um menino.
o teu riso se espalhando pelo ar...
Renova-me a alma num leve e doce suspirar.
impossível é perder tua doçura...
Suspiro de algodão doce ternura.
impossível é não ouvir mais a tua voz...
Quando entras em sonidos suplicantes e veloz.
impossível é seguir qualquer caminho
Sem lembrar que somos feitos de carinho e
que não seja o que foi feito só pra nós...
Sonhos azuis enrolados em retrós.
impossível é acordar sem que teu beijo
Seja a ânsia suplicante do desejo (e)
faça a vida mais suave e menos dura...
De duas almas lascivas de candura.
impossível é te ver sem ter desejo...
É tocar o céu num realejo.
impossível é te tocar e haver controle...
Pois que de saudade meu desejo se consome
impossível é sair do teu presente...
Esse azul de sedução envolvente.
impossível é viver sem ti o futuro...
ainda que somente sonhe no escuro.
impossível é te querer com mais loucura...
Sei de ti cada detalhe e isso me tortura.
impossível é te amar mais do que amo...
Pois somos duas folhas num mesmo ramo...
HUGO LEAL E ROSANAZUL
RosanAzul
Hugo Leal e RosanAzul
14 de maio de 2008
Agradecimento especial:
Pelo presente da amizade e parceria!
impossível é esquecer tua ternura... H
Meu doce anjo de candura R
impossível é não lembrar a paz que dás...
Paz que rejubila meu ser onde andarás?...
impossível é não ter no meu destino
Asas voejantes de um menino.
o teu riso se espalhando pelo ar...
Renova-me a alma num leve e doce suspirar.
impossível é perder tua doçura...
Suspiro de algodão doce ternura.
impossível é não ouvir mais a tua voz...
Quando entras em sonidos suplicantes e veloz.
impossível é seguir qualquer caminho
Sem lembrar que somos feitos de carinho e
que não seja o que foi feito só pra nós...
Sonhos azuis enrolados em retrós.
impossível é acordar sem que teu beijo
Seja a ânsia suplicante do desejo (e)
faça a vida mais suave e menos dura...
De duas almas lascivas de candura.
impossível é te ver sem ter desejo...
É tocar o céu num realejo.
impossível é te tocar e haver controle...
Pois que de saudade meu desejo se consome
impossível é sair do teu presente...
Esse azul de sedução envolvente.
impossível é viver sem ti o futuro...
ainda que somente sonhe no escuro.
impossível é te querer com mais loucura...
Sei de ti cada detalhe e isso me tortura.
impossível é te amar mais do que amo...
Pois somos duas folhas num mesmo ramo...
HUGO LEAL E ROSANAZUL
RosanAzul
ESTOY DE TI ENAMORADA
Quando me apaixonei por ti
Eu sabia bem que era amor.
Eu não estava enganada
Pois o sorriso voltou a estampar meu rosto
Meus olhos se ascenderam em explendor
Pela luz iridescente das estrelas
Minhas companheiras da madrugada
Converso com elas todas as noites
À perguntar de ti
Pois que tua ausência é um açoite
E minha sensibilidade estravazo.
Preciso saber de ti
Então pergunto a lua
As estrelas
Ao meu colibrí.
Dispo-me de toda a vaidade
Para te confessar
Que o que sinto por ti é amor de verdade
E eu sei que também me amas
Eu posso sentir
Vem aqui, vamos conversar...
Me diz,
Preciso saber
Fala comigo
Logo vai amanhecer
Esquece um pouco o teu umbigo
Quero olhar-te e saber dos teus olhos
Eles me falarão por certo mais que tua boca
Pois a tua alma que falará por ti
Ou será tudo fantasia da minha cabeça louca...
Eu sei que não terei outro alguém igual a tí
Que me ama na distância
Dentro da saudade
Transformando em versos, tua essência
Deixas impressos a verdade
Dos teus sentidos
Amortalhados na ausência
Por vezes tão doídos...
Pois que ainda te digo
Que só vivo porque o amor existe
Sem ele nada sou ....
Isso bem sabes
Me conheces
E também sei que és um soldado amante
Um guerreiro do amor e não da guerra
Que encontrei nas trincheiras dessa terra
Solitário cavaleiro andante
Meus pensamentos dormem contigo
Pois sinto-os embalados por ti
Juntos, dormem nossos sonhos entrelaçados
No azul
Ainda que um ao norte e outro no sul...
RosanAzul
Eu sabia bem que era amor.
Eu não estava enganada
Pois o sorriso voltou a estampar meu rosto
Meus olhos se ascenderam em explendor
Pela luz iridescente das estrelas
Minhas companheiras da madrugada
Converso com elas todas as noites
À perguntar de ti
Pois que tua ausência é um açoite
E minha sensibilidade estravazo.
Preciso saber de ti
Então pergunto a lua
As estrelas
Ao meu colibrí.
Dispo-me de toda a vaidade
Para te confessar
Que o que sinto por ti é amor de verdade
E eu sei que também me amas
Eu posso sentir
Vem aqui, vamos conversar...
Me diz,
Preciso saber
Fala comigo
Logo vai amanhecer
Esquece um pouco o teu umbigo
Quero olhar-te e saber dos teus olhos
Eles me falarão por certo mais que tua boca
Pois a tua alma que falará por ti
Ou será tudo fantasia da minha cabeça louca...
Eu sei que não terei outro alguém igual a tí
Que me ama na distância
Dentro da saudade
Transformando em versos, tua essência
Deixas impressos a verdade
Dos teus sentidos
Amortalhados na ausência
Por vezes tão doídos...
Pois que ainda te digo
Que só vivo porque o amor existe
Sem ele nada sou ....
Isso bem sabes
Me conheces
E também sei que és um soldado amante
Um guerreiro do amor e não da guerra
Que encontrei nas trincheiras dessa terra
Solitário cavaleiro andante
Meus pensamentos dormem contigo
Pois sinto-os embalados por ti
Juntos, dormem nossos sonhos entrelaçados
No azul
Ainda que um ao norte e outro no sul...
RosanAzul
terça-feira, 13 de maio de 2008
À QUERIDA MÃE DE FÁTIMA
13 de maio de 2008
Hoje, elevo meus pensamentos em prece;
Aos céus que é meu e de toda gente
Mas que hoje além mar o brilho é diferente
Pois que neste dia a paz, lá enaltece.
Com certeza, vossos campos estão mais verdejantes
Mais doirados os seus trigais
Em sinfonia estão todos os pardais
E por trilhas muitos peregrinos e viajantes
Hoje é um dia especial,
Para esse povo tão agraciado.
Um dia de luz assinalado
Ao querido Portugal!
Óh, Ave, Ave Maria
Senhora de Fátima
A todos, sem fronteiras mãe querida, ilumina.
Manda tua luz da cova da Iria.
Faça-nos hoje teus pastorinhos
Óh querida Mãezinha;
Passa teu manto azulzinho
Leva as inverdades e o desamor
Arranca dos corações sofridos os espinhos.
Óh, Mãe de Fátima
Derrama sobre cada um a tua Luz.
Óh Senhora das doces palavras
Vem e nos conduz
À um poema
onde dor e amor, nunca encontre rima...
RosanAzul
Hoje, elevo meus pensamentos em prece;
Aos céus que é meu e de toda gente
Mas que hoje além mar o brilho é diferente
Pois que neste dia a paz, lá enaltece.
Com certeza, vossos campos estão mais verdejantes
Mais doirados os seus trigais
Em sinfonia estão todos os pardais
E por trilhas muitos peregrinos e viajantes
Hoje é um dia especial,
Para esse povo tão agraciado.
Um dia de luz assinalado
Ao querido Portugal!
Óh, Ave, Ave Maria
Senhora de Fátima
A todos, sem fronteiras mãe querida, ilumina.
Manda tua luz da cova da Iria.
Faça-nos hoje teus pastorinhos
Óh querida Mãezinha;
Passa teu manto azulzinho
Leva as inverdades e o desamor
Arranca dos corações sofridos os espinhos.
Óh, Mãe de Fátima
Derrama sobre cada um a tua Luz.
Óh Senhora das doces palavras
Vem e nos conduz
À um poema
onde dor e amor, nunca encontre rima...
RosanAzul
domingo, 11 de maio de 2008
EU QUERO NAMORAR CONTIGO!
Faz tempo, muito tempo...
Que esperava esse pedido
Ser a tua namorada
E somente por ti amada
Ser toda a tua inspiração
Fazer-me a tua canção
Pensei que tinhas esquecido...
Quando ousei pensar
Estar perto de ti
Envolvida por palavras em laços
Me deixastes à deriva
Nos rochedos de outros braços
Com meus sonhos a naufragar
Eu queria que meus versos
Só de tua essência se fizecem
Desse teu meigo e doce coração.
Mas, te vestisses de medo
E eu fiquei rolando
Por tantos outros braços
Nesse mundo de ilusão...
Queria te amar.
Queria ser a tua namorada
No mundo real,
Não no faz de conta.
Acordar do teu lado
E te amar no sorriso
Como em versos de improviso...
Que mesmo na distância
Se encontrassem nossos pensamentos
E nossos sonhos
[o azul]
Enliados pelos ventos
De norte à sul
Em rejadas quentes e suplicantes
De desejos
Que queres que eu faça?
Que eu mande a banda tocar na praça,
Uma linda e velha canção?
Pra que eu te lembre
Que és um amante a moda antiga?
E que amante a moda antiga
Não deixa nunca uma namorada
À espera no portão?
Manda-lhe flores e um cartão
Dizendo:
Eu te amo
E quero namorar contigo!
E você, quer namorar Comigo?
RosanAzul
Que esperava esse pedido
Ser a tua namorada
E somente por ti amada
Ser toda a tua inspiração
Fazer-me a tua canção
Pensei que tinhas esquecido...
Quando ousei pensar
Estar perto de ti
Envolvida por palavras em laços
Me deixastes à deriva
Nos rochedos de outros braços
Com meus sonhos a naufragar
Eu queria que meus versos
Só de tua essência se fizecem
Desse teu meigo e doce coração.
Mas, te vestisses de medo
E eu fiquei rolando
Por tantos outros braços
Nesse mundo de ilusão...
Queria te amar.
Queria ser a tua namorada
No mundo real,
Não no faz de conta.
Acordar do teu lado
E te amar no sorriso
Como em versos de improviso...
Que mesmo na distância
Se encontrassem nossos pensamentos
E nossos sonhos
[o azul]
Enliados pelos ventos
De norte à sul
Em rejadas quentes e suplicantes
De desejos
Que queres que eu faça?
Que eu mande a banda tocar na praça,
Uma linda e velha canção?
Pra que eu te lembre
Que és um amante a moda antiga?
E que amante a moda antiga
Não deixa nunca uma namorada
À espera no portão?
Manda-lhe flores e um cartão
Dizendo:
Eu te amo
E quero namorar contigo!
E você, quer namorar Comigo?
RosanAzul
SOPA DE LETRINHA
Para Meus Filhos: Mariana, Ronaldo e Raquel.
Quando era pequenina
Do tamanho de um botão,
Fazia muita estripulia
E apanhava de montão.
O que eu fazia nem me lembro
Só das surras que levava
Até uma pá de bolo
Nas minhas costas foi quebrada!
Comia de tudo um pouco
Não fazia cara feia pra nada
Adorava pirão de feijão
Com carne moída ensopada.
Ia à missa todo domingo
Porque a minha mãe mandava
Levava o pastoral na mão
Mas não prestava atenção em nada.
Certa vez na praia do “Cagão”
(E não tenho culpa do nome
Não fui eu que inventei
Foi o tal do esgoto
Que o coitado do mar come)
Num dia muito quente de verão
Botei a bóia n’água
Um enorme pneu de caminhão
Olhei pro céu azul de arder os olhos
Fechei-os e esqueci, que o mar era fundo
Acordei com a minha mãe chorando
Desesperada gritando ao mundo
Que não dava mais pé,
Mas também não dava mão.
Para minha sorte um visinho
(e sempre tem um de plantão)
Soldado do batalhão
Me salvou do perigo
Edelson, meu primeiro herói!!
É claro que apanhei
E um bom tempo fiquei
Sem molhar o dedo do pé.
Outra ocasião foi com meus tios
Hamilton e Almir
Dois tremendos trapalhões
Queriam fazer uma “jangada e sair pro mar”
E eu estava nessa
Achando que ia ser bom ‘abeça’...
Ajudava a carregar os bambús
E numa das minhas correrias
Ao porão da casa da vovó
Oficina de peripécias
Veio o vento de rebojo
Me desequilibrando num tombo só.
Eu caí.
Espetando o bambú na barriga
Minha vó em meu socorro logo apareceu
Com a garrafa de arnica
Eita que aquilo doeu...
E mais uns tapas
Pra esquecer da idéia de “girica”!
Mas dessa me escapei bem
Porque a jangada foi mesmo pro mar
Porém se desmanchou no fundo d’água...
Eu não sabia nadar...
Á noite o que eu gostava mesmo
Era de comer um belo prato
De sopa de letrinhas
Ela esfriava logo
Porque eu catava todas
Separando-as das batatinhas
Para então formar as palavras
O “R” sempre deixava por último
Escrevia no prato:
Mamãe, papai, amor, azul
E hoje aqui estou eu
A remoer as letrinhas do passado
Vivos na memória do
ABC da minha história!
RosanAzul
Quando era pequenina
Do tamanho de um botão,
Fazia muita estripulia
E apanhava de montão.
O que eu fazia nem me lembro
Só das surras que levava
Até uma pá de bolo
Nas minhas costas foi quebrada!
Comia de tudo um pouco
Não fazia cara feia pra nada
Adorava pirão de feijão
Com carne moída ensopada.
Ia à missa todo domingo
Porque a minha mãe mandava
Levava o pastoral na mão
Mas não prestava atenção em nada.
Certa vez na praia do “Cagão”
(E não tenho culpa do nome
Não fui eu que inventei
Foi o tal do esgoto
Que o coitado do mar come)
Num dia muito quente de verão
Botei a bóia n’água
Um enorme pneu de caminhão
Olhei pro céu azul de arder os olhos
Fechei-os e esqueci, que o mar era fundo
Acordei com a minha mãe chorando
Desesperada gritando ao mundo
Que não dava mais pé,
Mas também não dava mão.
Para minha sorte um visinho
(e sempre tem um de plantão)
Soldado do batalhão
Me salvou do perigo
Edelson, meu primeiro herói!!
É claro que apanhei
E um bom tempo fiquei
Sem molhar o dedo do pé.
Outra ocasião foi com meus tios
Hamilton e Almir
Dois tremendos trapalhões
Queriam fazer uma “jangada e sair pro mar”
E eu estava nessa
Achando que ia ser bom ‘abeça’...
Ajudava a carregar os bambús
E numa das minhas correrias
Ao porão da casa da vovó
Oficina de peripécias
Veio o vento de rebojo
Me desequilibrando num tombo só.
Eu caí.
Espetando o bambú na barriga
Minha vó em meu socorro logo apareceu
Com a garrafa de arnica
Eita que aquilo doeu...
E mais uns tapas
Pra esquecer da idéia de “girica”!
Mas dessa me escapei bem
Porque a jangada foi mesmo pro mar
Porém se desmanchou no fundo d’água...
Eu não sabia nadar...
Á noite o que eu gostava mesmo
Era de comer um belo prato
De sopa de letrinhas
Ela esfriava logo
Porque eu catava todas
Separando-as das batatinhas
Para então formar as palavras
O “R” sempre deixava por último
Escrevia no prato:
Mamãe, papai, amor, azul
E hoje aqui estou eu
A remoer as letrinhas do passado
Vivos na memória do
ABC da minha história!
RosanAzul
sexta-feira, 9 de maio de 2008
AMANHÃ DE MANHÃ
amanhã de manhã quando minha rua
não tiver mais este céu de cobertor
e o homenzinho cor de prata lá na lua
for dormir esperando o sol se por,
guardarei a visão iluminada
da paixão que as estrelas na calçada
reteceram com suas luzes sussurradas
nos olhares de uma alma abandonada
aos feitiços e serviços de seu amor...
e braços dados com esta alma embriagada
andarei eu também nu por esta estrada
que passando no cinzento da cidade
vai direto para o bairro da saudade
onde banha de vazio o coração...
e como ela eu também farei do nada
um início de caminho e de escalada
para a história de um novo conteúdo
onde o gene da esperança pode tudo
inclusive construir outra chegada...
Hugo Leal
não tiver mais este céu de cobertor
e o homenzinho cor de prata lá na lua
for dormir esperando o sol se por,
guardarei a visão iluminada
da paixão que as estrelas na calçada
reteceram com suas luzes sussurradas
nos olhares de uma alma abandonada
aos feitiços e serviços de seu amor...
e braços dados com esta alma embriagada
andarei eu também nu por esta estrada
que passando no cinzento da cidade
vai direto para o bairro da saudade
onde banha de vazio o coração...
e como ela eu também farei do nada
um início de caminho e de escalada
para a história de um novo conteúdo
onde o gene da esperança pode tudo
inclusive construir outra chegada...
Hugo Leal
quinta-feira, 8 de maio de 2008
FICA COMIGO
Deixa que eu me aproxime de ti.
Quero lembrar o que é um ombro.
Deixa que eu me encoste em ti.
Quero esquecer toda a dor que viví.
Vem e fica comigo.
Não penses em nada.
Não tenhas ciúme do meu passado,
Ele se foi...
Quando chegou o vento gelado
Derrubou todas as folhas,
Que escorreram juntas abraçadas
Com o temporal da madrugada...
Então deixa que eu fique assim,
Bem junto a ti,
Sossegada;
Pois sempre após cada tempestade
Há uma promessa de recomeço
Embalado ao brilho e o calor do sol
E quero estar a vontade...
Tu mereces, eu mereço
Nesse calor de ti,
Nos braços do sol...
O astro Rei
Vou te fazer
Esquecer o que passou
E começar tudo de novo.
" O tudo do nada".
Então fica comigo.
Vamos fazer a nossa história
A que ainda não foi lida
Nem vivenciada
É tão bom sentir esse aconchego amigo.
Tem cheiro de ninho,
Gosto de recomeço.
Eu sei. Não digas nada.
É difícil manter-se firme,
Eu reconheço.
Mas quero que me encantes.
Que me leves no colo.
Quero ser a tua melhor amiga
A tua amada companheira.
A tua amante.
Quero te amar até o dia amanhecer,
Sem pressa de nada.
Só ter a certeza,
De que estás perto de mim.
Porque ainda quero descobrir
Muitas coisas,
Quero viver tudo que sonhei um dia,
E quero estar contigo.
Ah, então deixa que eu descanse em ti.
Vamos fazer as loucuras
Que nunca nos foram permitidas,
As que nos foram roubadas.
Eu quero ser o teu cigarro,
Vicia em mim.
Deixa-me ser a Rosa amada,
Do teu jardim.
Encantando e encantada.
Que não foi semeada,
Apareceu assim:
Do nada...
Mas que pode te fazer feliz...
Então fica comigo,
Vamos atravessar a madrugada,
Contar as estrelas
Que ainda não foram contadas.
Me desenrola.
Faz-me ser livre nos teus braços,
Aperta-me forte contra teu peito
Faz o meu coração
Bater dentro do teu,
E não me digas nada.
Quero adormecer em ti,
E ter a certeza
De amanhecer contigo.
Então, fica comigo...
RosanAzul
Quero lembrar o que é um ombro.
Deixa que eu me encoste em ti.
Quero esquecer toda a dor que viví.
Vem e fica comigo.
Não penses em nada.
Não tenhas ciúme do meu passado,
Ele se foi...
Quando chegou o vento gelado
Derrubou todas as folhas,
Que escorreram juntas abraçadas
Com o temporal da madrugada...
Então deixa que eu fique assim,
Bem junto a ti,
Sossegada;
Pois sempre após cada tempestade
Há uma promessa de recomeço
Embalado ao brilho e o calor do sol
E quero estar a vontade...
Tu mereces, eu mereço
Nesse calor de ti,
Nos braços do sol...
O astro Rei
Vou te fazer
Esquecer o que passou
E começar tudo de novo.
" O tudo do nada".
Então fica comigo.
Vamos fazer a nossa história
A que ainda não foi lida
Nem vivenciada
É tão bom sentir esse aconchego amigo.
Tem cheiro de ninho,
Gosto de recomeço.
Eu sei. Não digas nada.
É difícil manter-se firme,
Eu reconheço.
Mas quero que me encantes.
Que me leves no colo.
Quero ser a tua melhor amiga
A tua amada companheira.
A tua amante.
Quero te amar até o dia amanhecer,
Sem pressa de nada.
Só ter a certeza,
De que estás perto de mim.
Porque ainda quero descobrir
Muitas coisas,
Quero viver tudo que sonhei um dia,
E quero estar contigo.
Ah, então deixa que eu descanse em ti.
Vamos fazer as loucuras
Que nunca nos foram permitidas,
As que nos foram roubadas.
Eu quero ser o teu cigarro,
Vicia em mim.
Deixa-me ser a Rosa amada,
Do teu jardim.
Encantando e encantada.
Que não foi semeada,
Apareceu assim:
Do nada...
Mas que pode te fazer feliz...
Então fica comigo,
Vamos atravessar a madrugada,
Contar as estrelas
Que ainda não foram contadas.
Me desenrola.
Faz-me ser livre nos teus braços,
Aperta-me forte contra teu peito
Faz o meu coração
Bater dentro do teu,
E não me digas nada.
Quero adormecer em ti,
E ter a certeza
De amanhecer contigo.
Então, fica comigo...
RosanAzul
quarta-feira, 7 de maio de 2008
FICA COMIGO
Deixa que eu me aproxime de ti.
Quero lembrar o que é um ombro.
Deixa que eu me encoste em ti.
Quero esquecer toda a dor que viví.
Vem e fica comigo.
Não penses em nada.
Não tenhas ciúme do meu passado,
Ele se foi...
Quando chegou o vento gelado
Derrubou todas as folhas,
Que escorreram juntas abraçadas
Com o temporal da madrugada...
Então deixa que eu fique assim,
Bem junto a ti,
Sossegada;
Pois sempre após cada tempestade
Há uma promessa de recomeço
Embalado ao brilho e o calor do sol
E quero estar a vontade...
Tu mereces, eu mereço
Nesse calor de ti,
Nos braços do sol...
O astro Rei
Vou te fazer
Esquecer o que passou
E começar tudo de novo.
Então fica comigo.
Vamos fazer a nossa história
A que ainda não foi lida
Nem vivenciada
É tão bom sentir esse aconchego amigo.
Tem cheiro de ninho,
Gosto de recomeço.
Eu sei. Não digas nada.
É difícil manter-se firme,
Eu reconheço.
Mas quero que me encantes.
Que me leves no colo.
Quero ser a tua melhor amiga
A tua amada companheira.
A tua amante.
Quero te amar até o dia amanhecer,
Sem pressa de nada.
Só ter a certeza,
De que estás perto de mim.
Porque ainda quero descobrir
Muitas coisas,
Quero viver tudo que sonhei um dia,
E quero estar contigo.
Ah, então deixa que eu descanse em ti.
Vamos fazer as loucuras
Que nunca nos foram permitidas,
As que nos foram roubadas.
Eu quero ser o teu cigarro,
Vicia em mim.
Deixa-me ser a Rosa amada,
Do teu jardim.
Encantando e encantada.
Que não foi semeada,
Aparceu assim:
Do nada...
Mas que pode te fazer feliz...
Então fica comigo,
Vamos atravessar a madrugada,
Contar as estrelas
Que ainda não foram contadas.
Me desenrola.
Faz-me ser livre nos teus braços,
Aperta-me forte contra teu peito
Faz o meu coração
Bater dentro do teu,
E não me digas nada.
Quero adormecer em ti,
E ter a certeza
De amanhecer contigo.
Então, fica comigo...
RosanAzul
Quero lembrar o que é um ombro.
Deixa que eu me encoste em ti.
Quero esquecer toda a dor que viví.
Vem e fica comigo.
Não penses em nada.
Não tenhas ciúme do meu passado,
Ele se foi...
Quando chegou o vento gelado
Derrubou todas as folhas,
Que escorreram juntas abraçadas
Com o temporal da madrugada...
Então deixa que eu fique assim,
Bem junto a ti,
Sossegada;
Pois sempre após cada tempestade
Há uma promessa de recomeço
Embalado ao brilho e o calor do sol
E quero estar a vontade...
Tu mereces, eu mereço
Nesse calor de ti,
Nos braços do sol...
O astro Rei
Vou te fazer
Esquecer o que passou
E começar tudo de novo.
Então fica comigo.
Vamos fazer a nossa história
A que ainda não foi lida
Nem vivenciada
É tão bom sentir esse aconchego amigo.
Tem cheiro de ninho,
Gosto de recomeço.
Eu sei. Não digas nada.
É difícil manter-se firme,
Eu reconheço.
Mas quero que me encantes.
Que me leves no colo.
Quero ser a tua melhor amiga
A tua amada companheira.
A tua amante.
Quero te amar até o dia amanhecer,
Sem pressa de nada.
Só ter a certeza,
De que estás perto de mim.
Porque ainda quero descobrir
Muitas coisas,
Quero viver tudo que sonhei um dia,
E quero estar contigo.
Ah, então deixa que eu descanse em ti.
Vamos fazer as loucuras
Que nunca nos foram permitidas,
As que nos foram roubadas.
Eu quero ser o teu cigarro,
Vicia em mim.
Deixa-me ser a Rosa amada,
Do teu jardim.
Encantando e encantada.
Que não foi semeada,
Aparceu assim:
Do nada...
Mas que pode te fazer feliz...
Então fica comigo,
Vamos atravessar a madrugada,
Contar as estrelas
Que ainda não foram contadas.
Me desenrola.
Faz-me ser livre nos teus braços,
Aperta-me forte contra teu peito
Faz o meu coração
Bater dentro do teu,
E não me digas nada.
Quero adormecer em ti,
E ter a certeza
De amanhecer contigo.
Então, fica comigo...
RosanAzul
terça-feira, 6 de maio de 2008
CONSIDERAÇÕES SOBRE O AMOR
não acredite, menina, nos que dizem
que o amor é isso, aquilo, ou não sei que...
o amor é indescritível, inenarrável,
e maior – bem maior – que seus porquês.
cresce nas fendas da montanha do destino
e floresce na estação que vê você.
não tem igreja, não tem credo, não tem hinos...
mais que isso, é a mão de Deus que toca os sinos
que definem seu instante de nascer.
nascer, não... ele é eterno e cristalino
como o que vem do Incriado deve ser.
nos ocupa, nos completa, nos domina,
não importa o que diga o raciocínio
que o chamado senso humano possa ter.
é uma força permanente do universo
traduzida em riso, pranto, prosa e verso
manifesta no uno e no diverso
tão somente pela soma dos inversos
que há nos atos de se dar e receber.
mas não pense, menina, que a escolha
é feita na abrangência da razão.
o amor surge, indiferente ao que se pense
se implanta sem aviso, de repente
e cravando sua raiz além da mente
surpreende o distraído coração.
e aí, o amor fica, simplesmente,
como parte integrante já da gente,
dirigindo pensamentos e emoção
numa canção para a qual todos são surdos
menos os agraciados por sua benção...
é que o amor, com seus olhos de menino,
cego para tudo que não é divino,
não carece nem apresenta explicação...
por isso, muitas vezes, o seu caminho
em segredo faz a água virar vinho,
em silêncio multiplica peixe e pão,
atravessando as fronteiras do impossível,
mergulhando nas leis do inconcebível,
indo além do que permite a compreensão.
e é assim que o amor resiste e vence...
sendo de Deus, vive Deus e em Deus convence
transformando o amargo fel em mel doçura
extraindo da loucura sua ventura
e fazendo da distância sua fusão.
Hugo Leal
que o amor é isso, aquilo, ou não sei que...
o amor é indescritível, inenarrável,
e maior – bem maior – que seus porquês.
cresce nas fendas da montanha do destino
e floresce na estação que vê você.
não tem igreja, não tem credo, não tem hinos...
mais que isso, é a mão de Deus que toca os sinos
que definem seu instante de nascer.
nascer, não... ele é eterno e cristalino
como o que vem do Incriado deve ser.
nos ocupa, nos completa, nos domina,
não importa o que diga o raciocínio
que o chamado senso humano possa ter.
é uma força permanente do universo
traduzida em riso, pranto, prosa e verso
manifesta no uno e no diverso
tão somente pela soma dos inversos
que há nos atos de se dar e receber.
mas não pense, menina, que a escolha
é feita na abrangência da razão.
o amor surge, indiferente ao que se pense
se implanta sem aviso, de repente
e cravando sua raiz além da mente
surpreende o distraído coração.
e aí, o amor fica, simplesmente,
como parte integrante já da gente,
dirigindo pensamentos e emoção
numa canção para a qual todos são surdos
menos os agraciados por sua benção...
é que o amor, com seus olhos de menino,
cego para tudo que não é divino,
não carece nem apresenta explicação...
por isso, muitas vezes, o seu caminho
em segredo faz a água virar vinho,
em silêncio multiplica peixe e pão,
atravessando as fronteiras do impossível,
mergulhando nas leis do inconcebível,
indo além do que permite a compreensão.
e é assim que o amor resiste e vence...
sendo de Deus, vive Deus e em Deus convence
transformando o amargo fel em mel doçura
extraindo da loucura sua ventura
e fazendo da distância sua fusão.
Hugo Leal
segunda-feira, 5 de maio de 2008
A PIPA DO PEDRINHO - Infantil -
Papai Maneca fez uma pipa
Para o Pedrinho brincar
Mas, papai Maneca não sabia
Que o Pedrinho Não sabia empinar.
Emaranhou-se na rabiola.
Não sabia o que é cerol.
Gastou todo o tubo de cola.
E a pipa se enrolou no paiol.
Papai Maneca saiu correndo
Na tentativa de ajudar.
Mas não dava pra por remendo,
Não tinha como a pipa salvar.
Pedrinho inconformado,
Olhou pra pipa chorando
- Não chores filho amado
Faremos outra cantando:
Pedrinho Empina a pipa Pedrinho,
Deixa a pipa subir
Pedrinho olha a pipa Pedrinho
Pra ela não cair!!!...
RosanAzul
05 de maio de 2008
Para o Pedrinho brincar
Mas, papai Maneca não sabia
Que o Pedrinho Não sabia empinar.
Emaranhou-se na rabiola.
Não sabia o que é cerol.
Gastou todo o tubo de cola.
E a pipa se enrolou no paiol.
Papai Maneca saiu correndo
Na tentativa de ajudar.
Mas não dava pra por remendo,
Não tinha como a pipa salvar.
Pedrinho inconformado,
Olhou pra pipa chorando
- Não chores filho amado
Faremos outra cantando:
Pedrinho Empina a pipa Pedrinho,
Deixa a pipa subir
Pedrinho olha a pipa Pedrinho
Pra ela não cair!!!...
RosanAzul
05 de maio de 2008
REBORDANDO A VIDA
Hoje percebí,
Quão desbotada está minha vida...
As cores estão pálidas
Onde foi meu colibrí?
Onde estão minhas roseiras cálidas...
Vou reescrever toda essa história
A começar por nova estrada
Vou bordar um caminho de vitória
Dar nova cor a alma desbodata.
Vou bordar lindas e coloridas borboletinhas
De asinhas leves e transparentes
Com lantejoulas farei muitas florzinhas
E pássaros a voejar papoulas contentes.
No meu novo céu de anil vou caprichar
Vou usar os fios das meadas de amor
Com missangas as estrelinhas vão brilhar
Um céu de brigadeiro risonho em fulgor
Na linha do horizonte bordarei o sol
Com fios dourado e vermelho
Com rolinhas voando em arrebol
E um lago tranqüilo de espelho.
Bordarei ainda um arco iridescente
Salpicarei gotinhas de chuva com fios de prata.
Vou entremear a relva com margaridas inoscentes
E ao norte uma linda cascata.
Ao sul no pé da serra eu vou bordar
Uma casinha pequenina branca em varicor
Que é aonde vamos morar
Será o nosso ninho colorido de amor.
Uma nova história bordada
Há ser preenchida de muita cor e luz
Será uma nova estrada encantada
Com as mais lindas roseiras azuis.
RosanAzul
03 de maio de 2008
Quão desbotada está minha vida...
As cores estão pálidas
Onde foi meu colibrí?
Onde estão minhas roseiras cálidas...
Vou reescrever toda essa história
A começar por nova estrada
Vou bordar um caminho de vitória
Dar nova cor a alma desbodata.
Vou bordar lindas e coloridas borboletinhas
De asinhas leves e transparentes
Com lantejoulas farei muitas florzinhas
E pássaros a voejar papoulas contentes.
No meu novo céu de anil vou caprichar
Vou usar os fios das meadas de amor
Com missangas as estrelinhas vão brilhar
Um céu de brigadeiro risonho em fulgor
Na linha do horizonte bordarei o sol
Com fios dourado e vermelho
Com rolinhas voando em arrebol
E um lago tranqüilo de espelho.
Bordarei ainda um arco iridescente
Salpicarei gotinhas de chuva com fios de prata.
Vou entremear a relva com margaridas inoscentes
E ao norte uma linda cascata.
Ao sul no pé da serra eu vou bordar
Uma casinha pequenina branca em varicor
Que é aonde vamos morar
Será o nosso ninho colorido de amor.
Uma nova história bordada
Há ser preenchida de muita cor e luz
Será uma nova estrada encantada
Com as mais lindas roseiras azuis.
RosanAzul
03 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
TEMPUS FUGIT
O QUE O TEMPO DIS PARA OS MEUS OLHOS
o tempo, navegando por meus olhos
desbotou a nuvem cinza que eles viam
quando ainda grumete de meu barco
aprendia sobre o leme do destino.
felizmente, os meus sonhos de menino
irrigados pela chuva dos meus prantos
não morreram nem viraram desencanto
e a mágoa – muita mágoa, choveu tanto! -
não fez germinar ervas daninhas.
se doeu? ah, doeu de não ter jeito...
mas meu peito aprendeu a ler direito
as mensagens que traziam as entrelinhas
na surpresa espantosa dos milagres
que surgiram a cada instante no caminho.
hoje, mesmo a prata dos cabelos
não me traz mais o medo da velhice.
nem o corpo, utilizado pelos anos,
realizando travessuras bem mais lento,
me impede de estar no meu momento
como o vento na carona de uma brisa.
o fracasso, este sucesso disfarçado
que me recria em outras tentativas
há muito não me soa resultado
e sim indicador de alternativas.
não estou cansado, somente ritmado
num bolero calmo e apaixonado
para gozar cada minuto integralmente.
sei que Deus, a quem julgava preocupado
em ver o cosmos girar maquinalmente
como um grande relógio meio atrasado
correndo atrás de um tempo elaborado
para ser e acontecer pontualmente,
na verdade está mais interessado
em ter na criatura não um criado
mas sim um co-autor, impulsionado
para crescer, sempre e eternamente
rompendo seus limites, planejados
para que possa, os quebrando continuamente
compreender que sua meta é ultrapassá-los
e descobrir o inconcebível que há em frente.
sei também que este Deus, inexplicável
na força de seu amor inexprimível
foi tão longe que tornou quase impossível
para o homem não tocar o inatingível
mesmo quando sequer creia em sua existência.
porque a essência, seja ela Deus ou acaso
leva o espírito, seja este alma ou mente
a apenas sendo bom se sentir vivo integralmente
a somente perdoando perdoar-se plenamente
e a só por ter a aurora aceitar haver o ocaso.
por isso eu, mesmo crendo plenamente
e o que não crê, ou quem crê diferencialmente
em outra forma de comando onisciente
- talvez exista uma para cada um da gente -,
somos todos condenados ao infinito,
ao mistério, ao fascínio, ao encantado,
à maravilha do silêncio após o grito
que ao dizer ”seja” nos fez, e ao dizer “dure” deu vez
a cada ser, a cada ver, a cada atrito
que nos polindo põe em nós um brilho aflito
querendo brilhar mais, voar no próprio mito,
purgando seus delitos, e livre de detritos
mostrar que o homem pode, isento de conflitos
ser tão bonito como um raio de esperança
que quando estivermos prontos vai chegar
e nascendo da consciência que já avança
implantar a necessidade da mudança
saudando o mundo com seus olhos de criança
e se espalhando como um canto pelo ar...
HUGO LEAL.
o tempo, navegando por meus olhos
desbotou a nuvem cinza que eles viam
quando ainda grumete de meu barco
aprendia sobre o leme do destino.
felizmente, os meus sonhos de menino
irrigados pela chuva dos meus prantos
não morreram nem viraram desencanto
e a mágoa – muita mágoa, choveu tanto! -
não fez germinar ervas daninhas.
se doeu? ah, doeu de não ter jeito...
mas meu peito aprendeu a ler direito
as mensagens que traziam as entrelinhas
na surpresa espantosa dos milagres
que surgiram a cada instante no caminho.
hoje, mesmo a prata dos cabelos
não me traz mais o medo da velhice.
nem o corpo, utilizado pelos anos,
realizando travessuras bem mais lento,
me impede de estar no meu momento
como o vento na carona de uma brisa.
o fracasso, este sucesso disfarçado
que me recria em outras tentativas
há muito não me soa resultado
e sim indicador de alternativas.
não estou cansado, somente ritmado
num bolero calmo e apaixonado
para gozar cada minuto integralmente.
sei que Deus, a quem julgava preocupado
em ver o cosmos girar maquinalmente
como um grande relógio meio atrasado
correndo atrás de um tempo elaborado
para ser e acontecer pontualmente,
na verdade está mais interessado
em ter na criatura não um criado
mas sim um co-autor, impulsionado
para crescer, sempre e eternamente
rompendo seus limites, planejados
para que possa, os quebrando continuamente
compreender que sua meta é ultrapassá-los
e descobrir o inconcebível que há em frente.
sei também que este Deus, inexplicável
na força de seu amor inexprimível
foi tão longe que tornou quase impossível
para o homem não tocar o inatingível
mesmo quando sequer creia em sua existência.
porque a essência, seja ela Deus ou acaso
leva o espírito, seja este alma ou mente
a apenas sendo bom se sentir vivo integralmente
a somente perdoando perdoar-se plenamente
e a só por ter a aurora aceitar haver o ocaso.
por isso eu, mesmo crendo plenamente
e o que não crê, ou quem crê diferencialmente
em outra forma de comando onisciente
- talvez exista uma para cada um da gente -,
somos todos condenados ao infinito,
ao mistério, ao fascínio, ao encantado,
à maravilha do silêncio após o grito
que ao dizer ”seja” nos fez, e ao dizer “dure” deu vez
a cada ser, a cada ver, a cada atrito
que nos polindo põe em nós um brilho aflito
querendo brilhar mais, voar no próprio mito,
purgando seus delitos, e livre de detritos
mostrar que o homem pode, isento de conflitos
ser tão bonito como um raio de esperança
que quando estivermos prontos vai chegar
e nascendo da consciência que já avança
implantar a necessidade da mudança
saudando o mundo com seus olhos de criança
e se espalhando como um canto pelo ar...
HUGO LEAL.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
SONHO DOURADO
Eu tenho um sonho.
Não sei se é grande,
Não sei se é pequeno.
Mas é um sonho.
Um sonho dourado
Um sonho florido
Um sonho sonhado
Um sonho de ver...
É um sonho diferente
Vestido de verde e amarelo
Entremeado à caramelo
Grande desejo de sonho inocente.
Quem sabe num dia risonho
Num céu azul cheio de sol
Te encontre no meu sonho
Linda campina de Girassol...
RosanAzul
Não sei se é grande,
Não sei se é pequeno.
Mas é um sonho.
Um sonho dourado
Um sonho florido
Um sonho sonhado
Um sonho de ver...
É um sonho diferente
Vestido de verde e amarelo
Entremeado à caramelo
Grande desejo de sonho inocente.
Quem sabe num dia risonho
Num céu azul cheio de sol
Te encontre no meu sonho
Linda campina de Girassol...
RosanAzul
CANÇÃO DO AMOR QUE SINTO
tem que vez que o amor, pressionado e confrontado
com os pecados que o mundo lhe alardeia,
sentindo as dores da ofensa que o condena
à escuridão dos olhos que o rejeitam,
ergue sua voz ressentida com o silêncio
e grita alto sua carência de infinito...
é este grito, proclamando sua abrangência,
que eu, em meus poemas, faço dito
quando em palavras lavradas na minha essência
sou escravo da ternura em que reflito
a grandeza do que ocupa o coração.
nestes versos, onde as métricas e rimas
se rompem todas pra soltar do peito aflito
as correntes que agrilhoam minha emoção,
me declaro muito acima dos juízos
me declaro muito acima da razão
com que os homens batizam de maldito
o que veio como benção inexplicável
e venceu com força indescritível
aquilo que tentou sua negação.
diante desse amor, a rocha mais dura
que na alma de alguém fizer morada
verte areia e se vê desintegrada
diluindo-se em um mar com maré cheia
na luz da imensidão que guarda o nada.
porque o amor que trago em mim me trouxe tudo.
imensurável como é seu conteúdo,
incompreensível como dom que é do Incriado,
foi formado do passado e do futuro,
para que seja só presente a qualquer hora.
por senti-lo, meus pecados têm virtude,
e eu, aprendiz da plenitude,
canto e vivo a eternidade que há no agora.
Hugo Leal
com os pecados que o mundo lhe alardeia,
sentindo as dores da ofensa que o condena
à escuridão dos olhos que o rejeitam,
ergue sua voz ressentida com o silêncio
e grita alto sua carência de infinito...
é este grito, proclamando sua abrangência,
que eu, em meus poemas, faço dito
quando em palavras lavradas na minha essência
sou escravo da ternura em que reflito
a grandeza do que ocupa o coração.
nestes versos, onde as métricas e rimas
se rompem todas pra soltar do peito aflito
as correntes que agrilhoam minha emoção,
me declaro muito acima dos juízos
me declaro muito acima da razão
com que os homens batizam de maldito
o que veio como benção inexplicável
e venceu com força indescritível
aquilo que tentou sua negação.
diante desse amor, a rocha mais dura
que na alma de alguém fizer morada
verte areia e se vê desintegrada
diluindo-se em um mar com maré cheia
na luz da imensidão que guarda o nada.
porque o amor que trago em mim me trouxe tudo.
imensurável como é seu conteúdo,
incompreensível como dom que é do Incriado,
foi formado do passado e do futuro,
para que seja só presente a qualquer hora.
por senti-lo, meus pecados têm virtude,
e eu, aprendiz da plenitude,
canto e vivo a eternidade que há no agora.
Hugo Leal
quinta-feira, 1 de maio de 2008
POESIA PRA MINH'ALMA
Minh’alma era um vulcão adormecido.
De um jardim alma rosa desbotada
Dentro de uma vida amarela acorrentada
Do azul do amor já tinha me esquecido
O sol nascia claro e a tudo iluminava
A noite trazia a lua fria pra me ver
Eu que só passava os dias por viver
Acordei com um beija flor que me olhava
O voejar de suas asas me encantou
Comecei a ver a vida colorida
Tornei-me larva azul arrefecida
Numa explosão de letras adormecidas...
O pequenino colibrí encheu-me de alegria
Tornei-me larva quente de paixão
Criatividade sísmica de um vulcão
Sou alma azul, suave e doce Poesia...
RosanAzul
De um jardim alma rosa desbotada
Dentro de uma vida amarela acorrentada
Do azul do amor já tinha me esquecido
O sol nascia claro e a tudo iluminava
A noite trazia a lua fria pra me ver
Eu que só passava os dias por viver
Acordei com um beija flor que me olhava
O voejar de suas asas me encantou
Comecei a ver a vida colorida
Tornei-me larva azul arrefecida
Numa explosão de letras adormecidas...
O pequenino colibrí encheu-me de alegria
Tornei-me larva quente de paixão
Criatividade sísmica de um vulcão
Sou alma azul, suave e doce Poesia...
RosanAzul
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